Visionários

Maker Quebrando Muros

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O Visionários tem como missão estimular o empreendedorismo social através de experiências reais. Estimulando organizações sociais, jovens e grandes empresários a potencializar seu protagonismo social, trazer propósito para suas iniciativas e devolvendo benefícios a todos os envolvidos.

 

Maker Quebrando Muros  – Empreendedorismo Social como agente de transformação para jovens de baixa renda.

O projeto tem como objetivo capacitar jovens da periferia da região sul de São Paulo, para que aumentem sua autoestima, fiquem mais preparados para o mercado de trabalho e tenham o conhecimento e contatos necessários para abrirem seus próprios negócios.  Os selecionados passarão por uma competição de empreendedorismo social onde aprenderão conceitos como startup enxuta, social business canvas, empatia e principalmente como aplicar isso na prática através da resolução de desafios de organizações sociais e, posteriormente, o desenvolvimento de seus próprios negócios de impacto. Além da capacitação, o Maker Quebrando Muros impactará de maneira relevante as organizações sociais que serão beneficiadas tendo seus principais desafios resolvidos.

Os selecionados serão divididos em 10 equipes, de 2 à 4 jovens onde, durante os 4 primeiros meses, os times de estarão focados em resolver o desafio de uma organização social, mostrando suas habilidades, capacidade de execução e de trabalho em equipe, à medida que são capacitados, inspirados e expandem seu networking. Grandes executivos do mercado serão mentores desses jovens ao longo do processo. Ao final dos 4 meses estes apresentarão os resultados obtidos nas organizações sociais e quem tiver obtido maior impacto será premiado.

Ao final do 4º mês os times também encaminharão suas ideias de negócio, que serão avaliadas de acordo com critérios de impacto social, escalabilidade, inovação e viabilidade econômica. As 5 melhores serão selecionadas para a fase seguinte do programa, onde suas ideias de negócio serão pré-aceleradas durante 2 meses. Ao final as startups apresentam seus modelos de negócio e a selecionada recebe um investimento semente.

IMPACTO

  • 30 à 40 jovens, de 18 à 35 anos, principalmente das comunidades: Campo Limpo, Capão Redondo, Cidade Ademar, Grajaú, Jardim Angela e outras comunidades da periferia da Zona Sul de SP.
  • 10 Organizações sociais e, indiretamente, todos os seus beneficiados.
  • 20 Responsáveis nas organizações, que lidam no dia a dia com o projeto, recebendo capacitações e expandindo suas redes de contato.
  • 15 Mentores, que participam de todo esse processo, lado a lado com as equipes e organizações sociais.

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Depoimentos

“Bom as maiores deficiências que temos hoje são jovens desmotivados, por um sistema público e social, que os julgam e cobram coisas que não os ensinaram e querem que eles tenham o maior compromisso, pois eles são desmotivados a todo momento, principalmente na questão de um ensino de qualidade. Ver um jovem não realizando seus sonho por conta de descaso é complicado, parece que é um favor eles terem o melhor e não o direito de uma oportunidade. Mas em contra mão eles tem um grande potencial, são capazes de fazer grandes coisas, me sinto muito orgulhoso de fazer parte da quebrada, tem muita riqueza aqui, mesmo sem muita oportunidade eles se refazem a todo momento e consegue criar coisa em meio ao caos.

Cada projeto como o “Maker quebrada” que vêm com uma proposta de engajar o jovens de forma significativa, no sentido de dar uma chance pro mesmo, pois vendo que tão pouco ele tem autonomia, não é nada imposto e sim criado. Vejo que o Make Quebrada é um motivo pra fazer esses jovens acreditarem que ninguém só vêm pra tirar deles algo, mas que existem projetos que acrescentam na sua vida e no seu futuro, no potencial e que trazem autoestima. Pra quem viveu no descaso e tanta miséria, ter algo que faz ele sonhar não tem preço.” Buiu, empreendedor do projeto Viela, no Jardim Ibirapuera.

 

“Atualmente na zona sul, existem dezenas de organizações sociais impulsionando a transformação pessoal de jovens por meio de projeto educativos. Essas organizações impulsionam profunda transformação social passando, essencialmente, pelo empoderamento pessoal deste público. A partir dessa atuação nasceu outra demanda, essa ligada muito mais a qual próximo passo que é necessário, que é criar espaços de ativação e aplicação de todo este conhecimento que está sendo criado e produzido. O que falta, neste momento, é um modelo de projeto que possibilite que estes jovens possam exercitar este ser em que eles estão se tornando. E  este espaço passa pela possibilidade de apoio, financeiro e técnico, para que eles possam empreender a comunidade que visualizam a partir das transformações que sofreram.” Tony Marlon, fundador do Historiorama e da Escola de Noticias, no Campo Limpo.