COVID

2019

A pandemia NÃO acabou!

Precisamos de AJUDA para as populações mais vulneráveis na periferia e favelas de São Paulo!

O auxílio emergencial acabou, muitos não conseguiram acessar a Lei Aldir Blanc, os empregos não voltaram, a comida ainda falta à mesa de muitos, isso sem contar dinheiro para fraldas, leite, gás, luz, aluguel, material de higiene e limpeza… e para aqueles que conseguiram manter seus empregos, não houve dissídio ou reajustes… e inflação sobe….

SEJA SOLIDÁRIO! DOE!

https://combatecovid.org/fundacao-abh

Fotos das Ações

Nosso objetivo é, por 6 meses de 2021, apoiar continuamente as famílias que mais precisam!

Temos 6.324 famílias cadastradas e outras tantas mapeadas e nosso plano é apoiá-las com R$ 200,00/mês enquanto a pandemia e seus efeitos perdurarem.

Abrace e acolha uma família, com R$ 200,00/mês, ou seja, R$ 1.200,00 por 6 meses, você garante que uma família viva com dignidade enquanto a pandemia e seus efeitos persistem.

Essas famílias são identificadas pela nossa rede de mais de 50 parceiros que conhecem profundamente suas comunidades e necessidades.

Queremos dar esse apoio por meio de cartão alimentação que tem os seguintes benefícios:

  • fomenta os pequenos comércios locais;
  • dá flexibilidade à família para comprar o que mais precisam e que nem sempre vem nas cestas montadas;
  • reduz o custo logístico e a emissão de poluentes;
  • reduz a aglomeração e exposição na hora da distribuição da cestas.

Já temos vários parceiros que contribuíram em 2020 nos permitindo alcançar mais de 80 mil pessoas.

Mas 2021 a necessidade está maior e mais urgente!

Se você já doou, doe novamente!

Se você ainda não contribuiu, ainda é tempo! Faça a diferença! Doehttps://combatecovid.org/fundacao-abh

Nosso agradecimento à todos que doaram para as famílias da periferia sul de SP!

Como fazemos?

Perfil das famílias assistidas até o momento:

  • 55% não têm qualquer renda;
  • 36% dessas famílias têm renda de 1 salário mínimo;
  • 36% ficaram desempregadas durante a pandemia;
  • 15% eram trabalhadores informais e perderam a renda;
  • 61% diz que a ajuda que mais precisam é comida na mesa.

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